TREINAMENTO ESPORTIVO
"Forma de intervenção, por estímulos externos e conhecidos, aplicável a um atleta por um treinador, para produzir alterações controladas no organismo." Costa Rodrigues Coach
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
STICK PULLING X INSANE LIFT
sábado, 31 de janeiro de 2026
DICAS DO TREINADOR COSTA RODRIGUES - Estrutura de Treinamento – Campeonato Aberto Estreantes de Stick Pulling


Objetivo maximizar força isométrica e dinâmica de membros superiores, estabilidade de core e eficiência neuromuscular específica do gesto do stick pulling, reduzindo risco de lesão e acelerando a curva de aprendizagem do estreante.
Periodização (8 semanas | sprint orientado a performance)
Fase 1 – Base específica (Semanas 1–3)
Entrega de fundamentos com adaptação fisiológica alta.
Força geral: puxadas horizontais/verticais, levantamento terra, agachamento frontal (4–6 reps, RPE 6–7).
Isometria de pegada: holds com bastão/toalha (20–40s).
Core anti-rotação: pallof press, carries.
Condicionamento: intervalos curtos (alático-lático leve).
Fase 2 – Intensificação específica (Semanas 4–6)
Alavancar especificidade e transferência.
Força máxima: terra, remadas pesadas (2–4 reps, RPE 8–9).
Isometria específica: puxões máximos no bastão (5–10s × 5–8).
Explosão: puxadas rápidas com elástico/cabo (30–60% 1RM).
Sparring técnico: rounds curtos, foco em entrada e alavanca.
Fase 3 – Polimento competitivo (Semanas 7–8)
Reduzir volume, manter intensidade.
Força: 1–3 reps, baixo volume.
Isometria: picos breves.
Técnica: simulações de prova.
Descanso ou Deload: −40–50% volume na semana da competição.
Microciclo padrão (4–5 sessões/semana)
Dia A (Força de puxada + pegada): remada pesada, barra fixa, holds no bastão.
Dia B (Lower + core): agacho frontal, terra romeno, anti-rotação.
Dia C (Específico): isometria máxima no bastão, explosão com elástico, técnica.
Dia D (Condicionamento): HIIT curto + mobilidade.
Opcional: recuperação ativa.
REFERENCIAS
Schoenfeld et al., 2021. Resistance training volume enhances muscle hypertrophy. Sports Med.
https://link.springer.com/article/10.1007/s40279-021-01434-9Oranchuk et al., 2020. Isometric training and adaptations. Eur J Appl Physiol.
https://link.springer.com/article/10.1007/s00421-020-04378-4Suchomel et al., 2022. Transfer of strength to sport performance. JSCR.
https://journals.lww.com/nsca-jscr/Fulltext/2022/01000Bohannon, 2023. Grip strength: clinical and sport relevance. Curr Opin Clin Nutr Metab Care.
https://journals.lww.com/co-clinicalnutrition/Fulltext/2023Buckner et al., 2024. Isometric vs dynamic strength for sport specificity. Sports Medicine – Open.
https://sportsmedicine-open.springeropen.com/articles/2024
Vencer não é carregar peso. É dominar alavanca, isometria e timing. Quem treina específico chega inteiro e competitivo. Quem improvisa, paga a conta no cotovelo.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
CAMPEONATO ABERTO ESTREANTES DE STICK PULLING em Teresina - Regras Oficiais
FEDERAÇÃO PIAUIENSE DE STRONGMAN
I CAMPEONATO DE STICK PULLING em Teresina - Piauí
REGULAMENTO OFICIAL E LIVRO DE REGRAS
Teresina, Piauí – 2026
CAPÍTULO I – DA DEFINIÇÃO E OBJETIVO
Art. 1º. O Stick Pulling é um esporte de duelo individual
que utiliza de energia muscular explosiva e técnica de alavanca.
Parágrafo Único: O objetivo do duelo é puxar o bastão da mão
do oponente ou puxar o oponente sobre a tábua de apoio (board) para o seu lado
da arena.
CAPÍTULO II – DA ARENA E EQUIPAMENTOS
Art. 2º. A Plataforma:
A competição ocorre em uma plataforma plana, antiderrapante,
capaz de suportar a pressão exercida pelos atletas.
Art. 3º. A Tábua de Apoio (Board):
I. A tábua deve ser fixada rigidamente à plataforma.
II. Dimensões padrão: ATÉ 2 metros de
comprimento e 24 cm de altura.
III. Os pés dos atletas devem apoiar-se contra esta tábua,
sem ultrapassar a borda superior com os calcanhares.
Art. 4º. O Bastão (Stick):
I. O bastão é cilíndrico, feito de material resistente
(madeira ou sintético denso).
II. Dimensões aproximadas: 50 cm de comprimento e 33 mm de
diâmetro.
CAPÍTULO III – UNIFORMES E APRESENTAÇÃO
Art. 5º. Os atletas devem apresentar-se com vestimenta
adequada para a prática esportiva, garantindo liberdade de movimento.
I. Obrigatório: Camisa oficial do evento ou da equipe,
bermuda esportiva COR PRETA (acima do joelho) e calçados esportivos (tênis com boa
aderência).
II. Cores: Conforme definido pela organização (Ex: Verde e
Amarelo), exceto cores que confundam a arbitragem.
III. É permitido o uso de cinturões de força
(powerlifting/LPO), joelheiras e munhequeiras, desde que não ofereçam vantagem
mecânica desleal na pegada (como straps ou ganchos, que são proibidos).
IV. É proibido o uso de substâncias aderentes nas mãos
(cola), sendo permitido apenas magnésio (giz).
CAPÍTULO IV – DAS CATEGORIAS DE PESO E IDADE
Art. 6º. A competição será dividida nas seguintes classes
(conforme organização do evento):
I. Júnior/Novos Talentos: Até 23 anos.
II. Adulto (Open): Idade livre (categoria principal).
III. Master: Acima de 50 anos (Master V).
(Nota: As categorias de peso corporal devem ser definidas
na pesagem oficial, ex: -80kg, -90kg, -105kg, +105kg, Absoluto).
CAPÍTULO V – DA PEGADA E POSIÇÃO INICIAL
Art. 7º. Os atletas sentam-se frente a frente, com os pés
apoiados na tábua.
I. Os pés devem estar paralelos ou ligeiramente afastados,
mas totalmente em contato com a tábua.
Art. 8º. A Escolha da Pegada (Sorteio):
I. Um sorteio (cara ou coroa ou disco colorido) define quem
escolhe a pegada no primeiro round.
II. Pegada Interna: As mãos ficam por dentro das mãos do
oponente.
III. Pegada Externa: As mãos ficam por fora das mãos do
oponente.
IV. A pegada é alternada. Quem escolheu a posição no 1º
round, obrigatoriamente cede a escolha no 2º round. Em caso de empate (1x1),
realiza-se novo sorteio para o 3º round.
CAPÍTULO VI – DO COMBATE E ARBITRAGEM
Art. 9º. Comandos do Árbitro:
I. O Árbitro Central (International Referee) comandará o
início.
II. Comandos verbais e gestuais: "Ready!"
(Pronto!) seguido de "Go!" (Vai!).
III. O combate só inicia após o sinal sonoro ou verbal do
árbitro.
Art. 10º. Condições de Vitória:
Vence o round o atleta que:
I. Puxar o bastão completamente da mão do adversário.
II. Puxar o adversário sobre a tábua de apoio (se os pés do
oponente tocarem o solo do lado do vencedor).
III. Se o oponente receber duas advertências no mesmo round.
Art. 11º. Sistema de Pontuação:
I. As lutas são decididas em uma "Melhor de Três"
(Bo3).
II. O vencedor é quem conquista 2 vitórias primeiro (2x0 ou 2x1).
ADENDO: REGRA SOBRE REVISÃO DE VÍDEO (TIRA-TEIMA)
Art. 12º. Da Validade das Imagens para Revisão:
I. Para fins de "tira-teima", revisão de jogada ou contestação de decisão arbitral, somente serão consideradas válidas as imagens captadas pelo sistema oficial de filmagem da Comissão Organizadora, caso este esteja disponível no momento da disputa.
Art. 13º. Das Filmagens Externas:
I. Não serão aceitas, sob nenhuma hipótese, filmagens, fotos ou gravações oriundas de dispositivos de terceiros (celulares de torcida, câmeras de treinadores, GoPro de atletas, transmissões de redes sociais, etc.) como prova para alterar um resultado.
II. A mesa de arbitragem não analisará nenhum material que não seja o oficial do evento, pois ângulos não oficiais podem distorcer a perspectiva da alavanca ou do toque na tábua.
Art. 14º. A decisão do Árbitro, após a consulta (ou não) ao sistema de vídeo oficial da organização, é soberana, final e irrevogável.
CAPÍTULO VII – FALTAS E PROIBIÇÕES
Art. 15º. Serão consideradas faltas, passíveis de
advertência ou desqualificação:
I. Torção do Bastão: É estritamente proibido girar o bastão
(fazer "motoquinha") para soltar a pegada do adversário. O bastão
deve ser puxado horizontalmente ou verticalmente, mas sem rotação de eixo.
II. Falso Início: Puxar antes do comando "Go!".
III. Pés na Tábua: Apoiar os pés na borda superior da tábua
ou cruzar os pés sobre a tábua antes do início.
IV. Soltar o Bastão: Soltar intencionalmente o bastão em um
movimento que coloque em risco a integridade física do oponente.
V. Conduta Antidesportiva: Desrespeitar o árbitro, o
oponente ou o público.
Art. 16º. O Árbitro tem autoridade
total e final sobre todas as disputas na arena.
CAPÍTULO VIII – DA PREMIAÇÃO
DA PREMIAÇÃO EM DINHEIRO O valor total de R$ 5.000,00 é um teto máximo e sua distribuição integral é condicional. O rateio ocorrerá apenas entre as categorias que cumprirem o quórum mínimo de 5 atletas inscritos. Além disso, a distribuição depende da formação de mais de 5 categorias distintas no evento. O saldo residual não distribuído será acumulado para a premiação da próxima edição.
Art. 17º. A organização do evento estipula uma
premiação total em dinheiro no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), a ser
dividida entre as categorias oficiais em disputa.
Art. 18º. Do Quórum Mínimo para Pagamento: I. Para
que o valor em dinheiro seja pago aos vencedores de uma determinada categoria,
é obrigatória a inscrição e participação efetiva de, no mínimo, 05 (cinco)
atletas na chave de competição. II. O objetivo desta regra é garantir a
competitividade e o nível técnico da disputa.
Art. 19º. Categorias com Baixa Adesão: I. Caso uma
categoria não atinja o quórum mínimo de 5 (cinco) atletas inscritos, a
competição ocorrerá normalmente valendo o título de Campeão Brasileiro, troféus
e medalhas. II. No entanto, nesta situação específica, a premiação em dinheiro
para aquela categoria será suspensa ou, a critério exclusivo da organização,
poderá ser pago um valor proporcional reduzido, não havendo obrigatoriedade do
pagamento integral.
Art. 20º. Todos os atletas que subirem ao pódio (1º,
2º e 3º lugares) receberão medalhas exclusivas do evento, independentemente do
número de inscritos.
Art. 21º. A segurança dos atletas é prioritária. Uma
equipe médica estará de prontidão.
Art. 22º. Os casos omissos neste regulamento serão
resolvidos pela Federação Piauiense de Strongman em conjunto com a arbitragem
internacional.
Teresina, Piauí - Brasil
Aprovação: Luciano Afonso Sarti (World Strongman Americas)
Organização: Prof. Costa Rodrigues
sábado, 13 de dezembro de 2025
Tempo Sob Tensão: Mito ou Verdade? 🤔
Bora de papo reto, galera da força! 💪 Já ouviu que o segredo pra crescer é passar a vida na 'tensão sob tensão'? Tipo, fazer o movimento beeeem lentinho pra sentir o músculo fritar? ⏳
Calma lá! Enquanto o TUT (Tempo Sob Tensão) tem seu valor, o que realmente faz a diferença pra hipertrofia e força é a CARGA PROGRESSIVA. Sim, o peso na barra! 🏋️♂️
Seu músculo não sabe quanto tempo ele passou sob tensão; ele responde ao estímulo de levantar cada vez mais peso ou levantar o mesmo peso por mais repetições, com técnica impecável. É a sobrecarga que manda!
Então, menos neura com a velocidade e mais foco em levantar pesado e de forma inteligente. Sinta-se forte, não apenas 'tenso'! 😉
Qual sua experiência? Você já caiu nessa de focar demais no TUT? Conta aqui! 👇
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domingo, 12 de outubro de 2025
TREINAMENTO ESPORTIVO - POR COSTA RODRIGUES TREINADOR
Durante toda minha graduação e minha vida no treinamento de força, pouco mais de 30 anos, sempre busquei a melhor definição para o termo treinamento esportivo. Uma definição concisa e completa, que captasse os elementos essenciais do treinamento esportivo. Foi então que com base na minha experiencia e influenciado pelos grandes estudiosos do treinamento esportivo com o prof. Matveev, dentre outros, que cheguei a seguinte conclusão:
TREINAMENTO ESPORTIVO É:
"Forma de intervenção, por estímulos externos e conhecidos, aplicável a um atleta por um treinador, para produzir alterações controladas no organismo."
A análise pode ser dividida na avaliação dos seus quatro componentes principais:
- "Atleta": Foca no contexto do esporte (em vez de apenas "indivíduo").
- "Treinador(a)": Identifica o agente responsável pela aplicação, o que confere o caráter pedagógico e de autoridade técnica.
"Alterações": Significa as adaptações fisiológicas, morfológicas e funcionais (ganho de força, resistência, velocidade, etc.).
"Controladas": Reforçar que a alteração não é aleatória, mas sim resultado da aplicação dos princípios da carga (sobrecarga, progressão, especificidade, etc.) para evitar lesões e maximizar o desempenho.
"No organismo": Conclui o processo biológico visado.
Ela abrange os três pilares do treinamento esportivo:
Agente (Quem?): Treinador(a).
Processo (Como?): Intervenção por estímulos externos e conhecidos.
Objetivo (Para quê?): Produzir alterações controladas no organismo.
segunda-feira, 22 de setembro de 2025
Carbonato De Magnésio powerlifting crossfit escalada 5kg
Pó de Magnésio Esportivo
Sua utilização é indicada para melhorar a aderência durante os movimentos e aumentar o desempenho em diversas práticas esportivas,como ginástica olímpica, Crossfit, pole dance, halterofilismo, entre outros.
Maior durabilidade e absorção do suor Ideal para esportes de alta performance. Testado e aprovado pelos melhores atletas
Conteúdo da embalagem: 05 Saco Plástico de 01 kilo
sábado, 5 de julho de 2025
MANUAL DO ECTOMORFO
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1 - Guia de SUPLEMENTAÇÃO;
2 - Guia dos MACRONUTRIENTES;
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O Protocolo do Ectomorfo já ajudou milhares de pessoas a ganharem massa muscular de forma definitiva.
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segunda-feira, 30 de junho de 2025
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domingo, 22 de junho de 2025
Perda de velocidade nas séries próximas da falha
Vários estudos demonstraram que, quando as séries de treinamento de força são realizadas mais próximas da falha muscular, a intensidade da fadiga experimentada durante o treino (fadiga peri-treino) é maior. Isso pode ser observado registrando a perda de velocidade durante as repetições de esforço máximo.
Esse é um ponto central da fisiologia do treinamento de força moderno.
O fato de perder velocidade nas repetições ao se aproximar da falha reflete principalmente um acúmulo de fadiga neuromuscular aguda. Vários mecanismos interagem nesse processo, mas podemos resumir os principais assim:
1️⃣ Fadiga central (neural)
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Há redução da capacidade do sistema nervoso central (SNC) em enviar impulsos máximos aos músculos.
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Redução do “drive cortical” para unidades motoras de alta limiar.
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Isso leva a menor recrutamento e menor frequência de disparo dos motoneurônios.
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Resultado: menos unidades motoras ativas para gerar força — e a velocidade da repetição cai.
Referências: Gandevia (2001), Taylor et al. (2006)
2️⃣ Fadiga periférica (intramuscular)
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Dentro do músculo, ocorre:
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Acúmulo de metabólitos (H⁺, Pi, ADP, lactato).
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Disfunção na liberação/recaptura de cálcio no retículo sarcoplasmático.
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Redução da sensibilidade do aparato contrátil ao cálcio.
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Menor eficiência do ciclo de ponte cruzada actina-miosina.
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Tudo isso reduz a capacidade contrátil das fibras ativas, diminuindo a força produzida em cada repetição.
Referências: Allen et al. (2008), Westerblad et al. (2002)
3️⃣ Desacoplamento neuromecânico
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Mesmo que o SNC envie comandos, o sistema muscular começa a responder de forma menos eficiente.
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As pontes cruzadas demoram mais para gerar força.
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A resultante é queda progressiva na velocidade de movimento.
4️⃣ Feedback aferente (inibição reflexa)
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Receptores sensoriais musculares (como os III e IV aferentes) detectam acúmulo de metabólitos e tensão elevada.
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Enviam sinais inibitórios para o SNC → redução da ativação motora como proteção contra dano.
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Contribui para a redução na velocidade de execução.
Referências: Amann & Dempsey (2008)
🔑 Resumo final:
A perda de velocidade ao longo das séries próximas da falha é principalmente causada por interação de fadiga central e periférica, com papel dominante:
✅ Central → Redução de drive neural
✅ Periférica → Acúmulo de metabólitos, falha no acoplamento excitação-contração
✅ Feedback aferente → Inibição reflexa protetora


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